::PRAZER!!!!::

Nome:NATITA RIVERO
Idade:21 ANOS
Cidade:...onde mora...
Gosto:MARTIN(NAMORADO)
AMO:DANÇAR
Filmes:OLGA
Músicas:LA VIDA ES UN CARNAVAL(CELIA CRUZ)


::MEU CANTINHO::






NATITA RIVERO


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::Créditos::










::Contador::



 “O SAMURAI”

 

A quem pertence um presente?

 

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

 

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar nos erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.  Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.  Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.  No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

 

Desapontados pelo fato do mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: "Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?"

 

"Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?" - perguntou o Samurai. "A quem tentou entregá-lo" - respondeu um dos discípulos. "O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos" - disse o mestre. "Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir..."




Escrito por reni às 13h53
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“O SONHO DE SVETLANA”

 

Ela desistiu do seu sonho cedo demais. Desde pequena, Svetlana só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma Gran Ballerina do Ballet Bolshoi. Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade. Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Svetlana tinha lugar para somente uma paixão e tudo mais era sacrificado pelo dia em que se tornaria bailarina do Bolshoi.

 

Um dia, Svetlana teve sua grande chance. Conseguira uma audiência com Sergei Davidovitch, Ballet Master do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a Companhia. Dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único compasso. Ao final, aproximou-se do Master e lhe perguntou: "Então, o senhor acha que eu posso me tornar uma Gran Ballerina?" Na longa viagem de volta a sua aldeia, Svetlana, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele "Não" deixaria de reverberar em sua mente.

 

Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha. Ou fazer seu alongamento em frente ao espelho. Dez anos mais tarde, Svetlana, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à performance anual do Bolshoi em sua região. Sentou-se bem à frente e notou que o Senhor Davidovitch ainda era o Ballet Master. Após o concerto, aproximou-se do cavalheiro e lhe contou o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto doera, anos atrás, ouvir-lhe dizer que não seria capaz. "Mas minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes", respondeu o Senhor Davidovitch. "Como o senhor poderia cometer uma injustiça dessas? Eu dediquei toda minha vida! Todos diziam que eu tinha o dom. Eu poderia ter sido uma Gran Ballerina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!" Havia solidariedade e compreensão na voz do Master, mas ele não hesitou ao responder: "Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente se foi capaz de abandonar seu sonho pela opinião de outra pessoa."




Escrito por reni às 13h17
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Fábula da Convivência

 (autor desconhecido)

Durante uma glaciação muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi então, que uma grande vara de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. 

Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e, juntos, bem unidos
agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele
inverno tenebroso.

Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os
companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais
calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.

Afastaram-se feridos, magoados, sofridos.

Dispersaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus
semelhantes.

Doíam muito… Mas, essa não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.

Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precaução, de tal forma que, unidos, cada qual conservou uma distância do
outro, mínima mas o suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem
magoar, sem causar danos recíprocos.

Assim suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios.
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar.
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração.
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor.
É fácil sentir o amor, difícil é conter a sua torrente.

 



Escrito por reni às 10h49
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NATUREZA!!!!!!!!!!

Toda a natureza é uma harmonia divina, sinfonia maravilhosa que convida todas as criaturas a que acompanhem sua evolução e progresso.
Seja, em sua vida, um instrumento apto a captar as vibrações de paz e serenidade da natureza, e sua saúde encontrará o equilíbrio necessário a prosperar cada vez mais.
Viva de acordo com as leis da natureza, e com o espírito voltado para Deus.

(Minutos de Sabedoria, 61, Torres Pastorino)



Escrito por reni às 13h44
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O PODER DA RESPIRAÇÃO

 

Uma das maneiras de manter-se saudável é cuidar do sistema circulatório para que a corrente sangüínea (sistema que transporta nutrientes e oxigênio para todas as células do corpo) funcione perfeitamente. É aí que entra o poder da respiração: ela oxigena completamente o corpo e estimula o processo elétrico de cada célula, além de “limpar” as impurezas.

 

A qualidade de sua saúde está intimamente ligada à qualidade de vida de suas células. O problema é que a maioria das pessoas não sabe respirar. Pesquisas americanas provaram que os atletas desenvolvem menos câncer que os não-atletas e um dos motivos é porque eles sabem lidar melhor com a respiração.

 

Vamos então praticar um exercício de respiração para limpar seu sistema: inspire enquanto conta um, segure o ar e conte até 4, expire enquanto conta até 2. Se inspirar durante 4s, segure o ar durante 16s e expire durante 8s. Ao expirar o dobro do tempo que inspira, você eliminará toxinas pelo sistema linfático. Ao segurar o ar durante 4 vezes o tempo de inspiração, você oxigenará completamente o sangue e ativará o sistema linfático.

 

Ao respirar, comece bem do fundo do abdômen, como um aspirador que retira todas as toxinas do sangue. Através da respiração saudável, você estará proporcionando o principal combustível para o seu corpo. Pare e respire fundo dez vezes na proporção 1-4-2, pelo menos 3 vezes ao dia. Faça naturalmente, sem se cansar. Aumente a quantidade de tempo gradativamente, mantendo sempre a mesma proporção, aumentando assim, sua capacidade pulmonar. Nenhum alimento ou vitamina substitui uma respiração saudável.

 

 “A respiração curta é dispersiva, traz impaciência, cria um ritmo irregular; a gente muda muito de idéia, tende à intolerância e ao mau humor. Custa a se adaptar aos ambientes, vive sempre em conflito e se apega mais aos detalhes que ao todo.”

 

“A respiração longa dá poder de concentração e sintoniza a gente com o ritmo do universo; traz paciência, calma, tolerância, desenvolve uma visão profunda das coisas e a consciência do aqui-agora. A memória e a visão do futuro se tornam mais extensas e claras.”




Escrito por reni às 13h39
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RESPONSABILIDADES E BUSCA DA LUZ

 

"O discípulo se aproximou do mestre:
- Durante anos busquei a iluminação - disse.
- Sinto que estou perto. Quero saber qual o próximo passo.
- E como você se sustenta? - perguntou o mestre.
- Ainda não aprendi a me sustentar; meu pai e minha mãe me ajudam. Entretanto, isto são apenas detalhes.
- O próximo passo é olhar o sol por meio minuto - disse o mestre. O discípulo obedeceu.
Quando acabou, o mestre pediu que descrevesse o campo à sua volta.
- Não consigo vê-lo, o brilho do sol ofuscou meus olhos - respondeu o discípulo.
- Um homem que apenas busca a Luz, e deixa suas responsabilidades para os outros, termina sem encontrar a iluminação. Um homem que mantém os olhos fixos no sol, termina cego - comentou o mestre."




Escrito por reni às 12h39
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O POTE RACHADO”

 

Defeito ou qualidade?

 

Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.

 

Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações.  Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer. Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:

  

- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.

 

- Por quê?, perguntou o homem. - De que você está envergonhado?

 

- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.

 

O homem ficou triste pela situação do velho pote e com compaixão falou:

 

- Quando retornarmos à casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.  

 

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote: 

 

- Você notou que só havia flores no seu lado do caminho? Notou ainda que, a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.



Escrito por reni às 13h00
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O COLECIONADOR DE COINCIDÊNCIAS


O grande matemático fechou, lentamente o livro. Pousou, com cuidado, a pena junto do tinteiro e, voltando-se para o inesperado visitante permanecia de pá, disse-lhe:

- Sente-se, por favor. De que se trata afina? Algum novo problema?

O homem deixou cair a pasta amarela na larga poltrona. Teria cinqüenta anos no máximo; alto, magro, quase vertical. Trazia óculos cor de cinza com aros vermelhos. Pura esquisitice com certeza...

- Venho consulta-lo sobre um novo e importante problema de matemática. Trata-se apenas, de determinar uma fórmula geral que permitia medir uma coincidência qualquer!

- Coincidência como assim?

- Em poucas palavras poderei explicar-lhe. Devo confessar que coleciono coincidências. Sim senhor. Não se admire. Há milhares de pessoas que colecionam coisas, uns selos, outros borboletas, outros cartões, plantas exóticas, carteirinhas de cigarro, moedas, móveis antigos, aranhas, autógrafos, cachimbos, pedras preciosas e até múmias! Há coleções incríveis! Conheci em Paris um maestro, muito rico, que colecionava risadas; essa original coleção era gravada em discos especiais; em casa disco figurava o nome, a idade e às vezes até a biografia do autor da risada. Não acha interessante?

- Interessantíssimo!!!

- Pois bem. Para fugir à vulgaridade resolvi organizar uma coleção única no mundo, isto é uma coleção de coincidências. Ao ter notícia de uma coincidência notável, procuro todos os meios de comprova-la. Uma vez obtidos os necessários documentos, a coincidência passa a figurar no meu álbum rigorosamente assinalada a custo de fotografias, recortes de jornais, depoimentos de testemunhas idôneas, ect. Eis um exemplo que poderia apontar entre centenas de outros. No dia 5 de março deste ano, na praça de S. Luís, um automóvel que conduzia um passageiro atropelou um transeunte; um médico, que passava no momento socorreu o ferido e um guarda, postado de serviço, prendeu o desastrado motorista.

Houve neste dia uma coincidência realmente notável, já devidamente incluída na minha coleção. O médico, o guarda, o ferido, o passageiro e o motorista faziam anos naquele dia, 5 de março. Tenho fotografias e certidões autenticadas.

- É curioso
- Isto ainda não é nada. Não me furto ao prazer de contar-lhe mais uma. Em um pequeno vapor em Dover com carregamento de fios, tomaram passagem apenas 4 viajantes. Ocorreu então, que os quatro passageiros eram pernetas.

- Ora senhor matemático, minha coleção só terá realmente interesse para o grande público no dia em que eu puder classificar coincidências que nela figuram determinado valor. Posso provar que há coincidências suscetíveis de comparação. Ora se há coincidências maiores e outras menores, é claro que cada uma delas exprime, dentro das leis do acaso, uma certa grandeza e como qualquer grandeza pode ser avaliada, isto é expressa por números...

- Perfeitamente, a medida de uma coincidência poderá ser feita, com facilidade e auxílio da famosa teoria das probabilidades. Entretanto não confundir uma coincidência aparente resultante natural de circunstâncias bem determinadas. Uma ocorrência qualquer pode, em verdade, deixar em nosso espírito a impressão de ter sido presidida por uma coincidência quando nela, afinal, o acaso não colaborou. Assim por exemplo, no caso do vapor "Moldan" que, tendo partido de Dover no dia 11 de setembro de 1919, conduzia quatro pernetas, segundo fui informado por uma reportagem do "Times", não houve coincidência alguma...

- Como assim?

- Tratava-se, apenas, segundo pude averiguar, de quatro mutilados de guerra que eram, por ordem do governo, enviados para uma clínica especializada... Não encontraram, a menor interferência do Acaso!

- Estranho interesse tomou o senhor por esse caso- retorquiu, muito sério, o colecionador. -Teria sido mera casualidade?

- Asseguro que não - respondeu o matemático. -Sei que vou surpreendê-lo e talvez mesmo contrariá-lo. Vejo-me, porém, forçado a confessar a verdade. Sou também, há vários anos, colecionador, de coincidências!

Nenhuma outra notícia poderia causar tão dolorosa surpresa ao Dr. Spaier. Sentiu-se aniquilado. Via desaparecer, num relance, o título mais valioso de sua coleção: a originalidade. Tudo perdido!

O Dr. Spaier sem dizer palavra, ergueu-se nervoso, agitado e retirou-se precipitadamente da sala. Ao sair, porém, esbarrou violentamente com um homem de cinzento claro que, exatamente naquele momento, atravessava o patamar. Com o choque rolam ambos, numa queda fatal e tremenda pela escada do apartamento.
Verificou-se, depois, que tal homem de cinzento claro chamava-se Samuel, era médico e tinha 1m,71 de altura.

Essa coincidência, porém, o Dr. Spaier não pôde mais incluí-la em sua coleção.



Escrito por reni às 14h12
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A Essência!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A essência de toda vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros.  Se a sua motivação é pura e sincera, todo o resto vem por si.  Você pode desenvolver essa atitude correta para com seus semelhantes baseando-se na bondade, no amor, no respeito e sobretudo na clara percepção da singularidade de cada ser humano.

 Dalai Lama, no livro Palavras de Sabedoria, editado por Renuka Singh,  tradução de Maria Luiza N. Silveira e Márcia Cláudia Alves, Editora Sextante, RJ

 



Escrito por reni às 12h58
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Sentimento da Saudade

 

Wanderlino Arruda

Para cada um de nós,
haverá um dia
ou muitos dias,
que, sem aviso prévio,
bate uma imensa saudade.

Nem adianta prever,
nem é preciso saber,
porque saudade é sentimento,
e não se faz de rogada
para estar ou existir.

Ela vem de mansinho,
ou com jeito de tempestade.
Sempre vem,
sempre marca presença,
no amor, na amizade...

E que bom!


Escrito por reni às 12h25
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Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distância, e sim, uma aproximação.
Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.
Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.
Ei! Olhe... Olhe a sua volta, quantos amigos...
Você já tornou alguém feliz hoje?
Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?
Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.
Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.
Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei! Ouça... Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.
Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,
Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.
Ei! Você... não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe.


(Charles Chaplin)
 



Escrito por reni às 13h33
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Quando depositamos muita confiança ou expectativa em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer nossas expectativas, assim como não estamos aqui para satisfazer a delas. Temos que nos bastar. Nos bastar sempre e, quando procurarmos estar com alguém, fazer isso ciente de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam. Elas se completam não por serem metades, mas por serem pessoas interias, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. "NUNCA SE ABANDONE".

Dança no chão

1. Quando for realizar uma dança no chão, deite-se sempre de perfil para o público, nunca de frente. Caso haja público de todos os lados procure realizar qualquer outro passo.

2. Quando estiver dançando no chão, antes de subir, verifique se a saia está enroscada, mesmo dançando ajeite-a com as mãos. Nunca pare de dançar para arrumá-la, realize este movimento com charme e elegância.

 

3. Antes de realizar uma dança no chão, verifique o local, analisando se há alguma sujeira que irá atrapalhar a sua dança. Evite realizar um chão muito longo e sensual demais, não corra o risco de deixar a dança no chão vulgar.

 

 



Escrito por reni às 12h16
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Disponha-se a melhorar.
Não pense que o seu sofrimento não terá fim. Que veio a este mundo apenas para sofrer.
Tudo passa.
Você vai melhorar.
Depois da tormenta dos problemas, vem o bem-estar, a alegria. Você ficará satisfeito ao verificar que, mesmo antes das mudanças, demonstrou confiança.
A desconfiança impede a vinda de melhoria. Não a deixe penetrar em você.
Tal como a luz, a sua melhoria precisa de portas abertas.

Lourival Lopes, em Sementes de Felicidade, 72.

 

 



Escrito por reni às 10h18
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O sorriso agrada a quem sorri e a quem é endereçado.

Sorria com sinceridade.

O sorriso franco e espontâneo contagia e cria as condições para o diálogo amigo. Desperta a atenção. Faz brotar amizades sinceras.

Se não puder sorrir, mantenha o semblante calmo. Sorrir falso gera antipatias e perturba os outros. Rebaixa você.

Os olhos também sorriem.

Um sorriso aberto e sincero vale mais do que mil palavras.

( Do Livro "Sementes de Felicidade", 28, de Lourival Lopes )



Escrito por reni às 10h22
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